Refluxo e vômitos em bebê

Refluxo em bebê: quando é esperado e quando merece avaliação

Entender a diferença entre regurgitação, refluxo fisiológico, doença do refluxo e outras causas de vômito ajuda a família a decidir com critério, sem medicar por medo.

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Regurgitação, golfar e gorfar

“Golfar” é o termo popular mais comum, e “gorfar” aparece em algumas regiões. O termo técnico é regurgitação: o retorno de pequenas quantidades de leite, geralmente após as mamadas, sem esforço.

Refluxo fisiológico em bebê

Muito comum nos primeiros meses pela imaturidade do esfíncter esofágico inferior do esôfago. Em geral, melhora ao longo do primeiro ano de vida.

O “regurgitador feliz”

É o bebê que regurgita, mas ganha peso, dorme razoavelmente bem e se desenvolve dentro do esperado. Em muitos casos, não há doença, há paciência, orientação e tempo.

Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)

É diferente do refluxo fisiológico. Pode aparecer com:

  • Irritabilidade importante e choro persistente.
  • Baixo ganho de peso.
  • Sono ruim, despertares frequentes.
  • Posição de Sandifer (postura do pescoço/tronco arqueada).
  • Recusa alimentar, sofrimento durante e após as mamadas.

Bebê vomitando não é sinônimo de refluxo

Outras causas de vômito merecem investigação, APLV, estenose hipertrófica de piloro, obstruções e outras condições. Medicar todo bebê que regurgita, sem investigar, é um erro comum.

Perguntas frequentes

Bebê que vomita muito, não ganha peso ou tem sinais associados merece avaliação criteriosa.

Fale com a equipe da Dra. Geruza Hendges, médica pediatra e gastropediatra, professora da UFPR, com mais de 20 mil atendimentos realizados. Verificamos disponibilidade de consulta online particular e orientamos o melhor caminho para o caso.

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